Ando perdida entre a vontade de fazer mil coisas.
Navegando pelo norte da canoa, espero encaixar os sonhos
nas entrelinhas do tempo que sobra. Projetos passados que
voltam a bater na porta, e desta vez numa hora um pouco
deslocada. Ando a passos miúdos em deveres presentes
para solução(?) do futuro. A criatividade arde em som de
gaita e não há brisa para aliviá-la. O corpo pede esforço de
todos os lados e me vejo dependurada em tecidos que
ficaram pelo caminho do querer e (ainda) não poder.
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