Roubei pra mim, assim, sem pedir licença. Deixei moças entristecidas, outras quase desfalecidas. Roubei, na mão grande, admito, confesso, mas não devolvo, nem mesmo empresto.
Andava por aí, de colo em colo, mas assim que bati o olho, o reconheci! O mesmo olhar, o mesmo beijo, abraço e enleio, perdidos desde a última vida.
A cura daquela ferida, enfim, encontrei - e rapidamente me encaixei!
E desejo, a todas as moças do caminho, que encontrem o seu bem também. Que sigam repletas, completas de um novo amor. Sem suspiros, lágrimas, lástimas.
Roubei, consigo carregar e não me cansarei de amar.
O que não pode ser dito para não se pensar em um segundo sentido - porque sentido, muitas vezes, é o que não há.
quarta-feira, 27 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
HOMONIMANDO
Eu gosto do gosto, por isso almoço o almoço e, como como muito, vou esperando o conserto do concerto. Já dizia minha mãe, quem casa quer casa e se casar, vai coser, cozer e sabe-se lá mais o quê. E eu, que não sou boba nem nada, digo: leve leve a sua vida, e não espere sentada. Mas (ou mais) louco é quem me diz que não é feliz. Jogo o jogo da vida e compro a passagem só de ida, menina!
quarta-feira, 13 de março de 2013
AMOR PERFEITO
Me faz poemas,
É um charme até abrindo um saco de açucar,
Morde a linguinha, sabe?
Sabe pintar paredes, trocar lâmpadas e até disjuntores.
Mas nem tudo são flores.
Ele ronca...
Mas o que são roncos depois de uma noite cheia de amores?
Gosta de crianças,
Tem beijo gostoso,
Me traz boas lembranças,
E é muito amoroso.
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