Roubei pra mim, assim, sem pedir licença. Deixei moças entristecidas, outras quase desfalecidas. Roubei, na mão grande, admito, confesso, mas não devolvo, nem mesmo empresto.
Andava por aí, de colo em colo, mas assim que bati o olho, o reconheci! O mesmo olhar, o mesmo beijo, abraço e enleio, perdidos desde a última vida.
A cura daquela ferida, enfim, encontrei - e rapidamente me encaixei!
E desejo, a todas as moças do caminho, que encontrem o seu bem também. Que sigam repletas, completas de um novo amor. Sem suspiros, lágrimas, lástimas.
Roubei, consigo carregar e não me cansarei de amar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário