quinta-feira, 2 de maio de 2013

INCESSANTE


Não vou me adaptar à morte da paixão. O meu mais alto e solene FODA-SE aos estudiosos que dizem que ela só dura sete anos. Continuo minha busca pela eterna, até o fim dos meus dias. Desconstruo amores na linha e busco nos novos o fogo necessário dessa menina que me mantém viva de vida. Neste momento, me encontro em riste, na luta para que ela não sucumba, não se atole nas areias movediças colocadas como armadilhas pela amargurada rotina.

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